Skip to content

Eventos grandes vs. micro-eventos: onde está o ROI em 2026

7 de Dezembro de 2025
Eventos grandes vs. micro-eventos: onde está o ROI em 2026

Durante muito tempo, eventos de grande dimensão foram vistos como o formato ideal para gerar notoriedade, visibilidade e impacto. Quanto maior o evento, maior parecia ser o retorno esperado.

Em 2026, essa relação deixou de ser automática. Com mais concorrência, mais eventos e menos atenção disponível, o verdadeiro debate passou a ser outro: onde está, afinal, o ROI?

O contexto mudou e o ROI tornou-se central

Em 2026, os eventos enfrentam:

  • Orçamentos mais escrutinados
  • Expectativas mais altas de retorno
  • Necessidade de justificar investimento com dados reais

Neste cenário, medir impacto apenas por número de participantes ou dimensão do evento já não chega. O foco fecha-se cada vez mais na eficácia.

Eventos grandes: quando fazem sentido – Visibilidade ampla, mas menos controlo

Eventos de grande dimensão continuam a ter o seu lugar. São eficazes para:

  • Lançamentos com forte componente de notoriedade
  • Marcas que precisam de presença massificada
  • Momentos institucionais ou de posicionamento

No entanto, estes formatos trazem desafios claros: menor controlo da experiência individual, maior dispersão de atenção e maior dificuldade em medir impacto real.

Em 2026, grandes eventos funcionam melhor quando fazem parte de uma estratégia maior e não como ação isolada.

Custos elevados e retorno mais difícil de medir

Quanto maior o evento, maior o investimento e maior a pressão sobre o retorno.

Em muitos casos, os resultados existem, mas são difíceis de quantificar: contactos pouco qualificados, interações superficiais e follow-up limitado. O risco de diluição é real.

Micro-eventos: menos escala, mais impacto

Proximidade e relevância

Micro-eventos, roadshows, ativações de proximidade e ações de terreno permitem algo que eventos grandes dificilmente conseguem: atenção dedicada.

Em 2026, a proximidade tornou-se um ativo estratégico. Formatos mais pequenos permitem conversas reais, experiências personalizadas e maior envolvimento do público.

Melhor controlo e melhor medição

Com menos participantes, é mais fácil:

  • Controlar a experiência
  • Ajustar a abordagem
  • Recolher dados relevantes
  • Medir impacto de forma concreta

Isto torna o ROI mais claro e defensável, algo cada vez mais valorizado pelas marcas.

Frequência em vez de concentração

Outro ponto forte dos micro-eventos é a possibilidade de distribuição ao longo do ano.

Em vez de concentrar grande parte do orçamento num único momento, as marcas conseguem criar vários pontos de contacto, ajustando a mensagem e aprendendo com cada ação.

Em 2026, esta lógica contínua gera resultados mais consistentes.

O verdadeiro debate em 2026 não é o formato. É o objetivo.

Eventos grandes e micro-eventos não são opostos. São ferramentas diferentes para objetivos diferentes.

O erro está em escolher o formato antes de definir o propósito. Quando o objetivo é claro, a decisão torna-se simples.

Estratégia primeiro, formato depois

Em 2026, marcas eficazes começam por responder a perguntas essenciais:

  • O que queremos atingir com esta ação?
  • Quem queremos envolver?
  • Em que contexto faz sentido ativar?
  • Como vamos medir sucesso?

Só depois disso se escolhe o formato.

Em 2026, ROI constrói-se com intenção, não com dimensão

Eventos maiores não garantem maior retorno. Eventos mais pensados geram melhores resultados.

As marcas que compreendem isto deixam de apostar em “grandes momentos” isolados e passam a construir experiências consistentes, próximas e mensuráveis ao longo do tempo.

Quer desenhar eventos com ROI real em 2026?

Na Brandp, ajudamos marcas a escolher os formatos certos, no momento certo, com foco em impacto, proximidade e resultados mensuráveis.

Fale connosco e descubra como transformar eventos em investimento estratégico.

Outras notícias

O que funcionava nos eventos antes da pandemia, e que em 2026 já só cria ruído

O que funcionava nos eventos antes da pandemia, e que em 2026 já só cria ruído

A concorrência aumentou, os estímulos multiplicaram-se e a atenção tornou-se o recurso mais disputado pelas marcas. Antes da pandemia, o contexto era outro. O número de eventos era menor, a
Janeiro e fevereiro são meses mortos para eventos? O mito que ainda trava marcas em 2026

Janeiro e fevereiro são meses mortos para eventos? O mito que ainda trava marcas em 2026

Durante anos, janeiro e fevereiro foram tratados como meses de pausa. Em 2026, essa ideia está a custar oportunidades reais às marcas. “Depois do Natal ninguém quer saber de eventos.”“Janeiro

Ativações de marca em 2026: o que já não funciona e o que realmente cria impacto

O mercado mudou, as pessoas mudaram, até a forma como consumimos experiências, marcas e mensagens é hoje muito mais exigente, seletiva e crítica. Ainda assim, continuam a ver-se ativações de
Field marketing em 2026 não é sobre promotores: é sobre inteligência no terreno

Field marketing em 2026 não é sobre promotores: é sobre inteligência no terreno

Em 2026, continuar a olhar para o field marketing como mera execução é desperdiçar um dos canais mais valiosos das marcas. Durante anos, field marketing foi reduzido a uma ideia