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Janeiro e fevereiro são meses mortos para eventos? O mito que ainda trava marcas em 2026

22 de Dezembro de 2025
Janeiro e fevereiro são meses mortos para eventos? O mito que ainda trava marcas em 2026

Durante anos, janeiro e fevereiro foram tratados como meses de pausa. Em 2026, essa ideia está a custar oportunidades reais às marcas.

“Depois do Natal ninguém quer saber de eventos.”
“Janeiro é para arrumar a casa.”
“Fevereiro não compensa, as pessoas ainda não estão disponíveis.”

Estas frases continuam a circular em reuniões de marketing e planeamento. O problema é simples: já não correspondem à realidade. Em 2026, manter esta lógica é desperdiçar atenção, disponibilidade e contexto favorável.

O mito dos “meses mortos” no início do ano – Janeiro e fevereiro sempre foram meses de decisão

Embora tradicionalmente vistos como meses fracos para execução, janeiro e fevereiro são, na prática, meses muito fortes para planeamento, definição de prioridades e tomada de decisões.

É nesta fase que:

  • Os budgets são aprovados ou ajustados
  • As equipas redefinem estratégias
  • As marcas procuram novas abordagens para o ano que começa

Ignorar estes meses é abdicar de estar presente quando muitas decisões ainda estão em aberto.

Menos ruído, mais atenção

Ao contrário dos períodos de pico, o início do ano tem uma vantagem clara: menos saturação.

Há menos eventos, menos ativações e menos estímulos a competir pela atenção do público. Isso traduz-se em:

  • Maior disponibilidade para ouvir
  • Mais tempo para interagir
  • Menor fadiga de marca

Em 2026, onde a atenção é um recurso escasso, este fator pesa mais do que nunca.

O que funciona em eventos e ativações em janeiro e fevereiro em 2026?

Formatos mais compactos e estratégicos

O início do ano não pede eventos gigantes. Pede formatos bem pensados, objetivos claros e execução eficiente.

Micro-eventos, ações de proximidade, roadshows, ativações no terreno e experiências mais direcionadas tendem a funcionar melhor nesta fase, porque respeitam o ritmo natural do público.

Conteúdo útil em vez de espetáculo

Em janeiro e fevereiro, o público está mais recetivo a:

  • Informação relevante
  • Demonstrações práticas
  • Experiências que ajudem a decidir ou planear

Ativações excessivamente espetaculares, mas pouco úteis, tendem a gerar menos impacto nesta fase. Já experiências que entregam valor concreto destacam-se com facilidade.

Equipas no terreno como fator decisivo

Com menos confusão e mais tempo para interação, o papel das equipas no terreno ganha ainda mais importância.

Promotores bem preparados, capazes de adaptar o discurso ao contexto e de criar conversas reais, fazem toda a diferença. Em muitos casos, é no início do ano que se constroem relações que se prolongam ao longo de vários meses.

Porque é que muitas marcas continuam a evitar estes meses?

Hábito, não estratégia

A principal razão não é racional. É histórica.

Durante anos, repetiram-se calendários sem grande questionamento. Em 2026, esta abordagem já não faz sentido. O contexto mudou, os públicos mudaram e a forma como as marcas competem pela atenção também mudou.

Manter “meses mortos” no calendário é, muitas vezes, apenas falta de revisão estratégica.

Em 2026, o início do ano pode ser uma vantagem competitiva

As marcas que conseguem destacar-se não são necessariamente as que fazem mais ações, mas as que escolhem melhor quando e como ativam.

Janeiro e fevereiro continuam a ser meses subvalorizados. Para quem os sabe usar, isso é precisamente a maior oportunidade.

Quer transformar o início do ano num momento estratégico para a sua marca?

Na Brandp, ajudamos marcas a desenhar eventos, ativações e ações de field marketing ajustadas ao contexto real de cada momento do ano.

Fale connosco e descubra como criar impacto quando os outros ainda estão em pausa.

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