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Merchandising criativo: o que funciona e o que ninguém quer levar para casa

20 de Julho de 2025
Merchandising criativo: o que funciona e o que ninguém quer levar para casa

Nem tudo o que tem o logótipo da marca é merchandising

Oferecer brindes em eventos ou ativações pode ser uma ótima estratégia de engagement e visibilidade, desde que sejam úteis, bem pensados e coerentes com a marca.
Caso contrário, o brinde acaba onde ninguém quer: no lixo ou esquecido na mochila.

O que ninguém quer levar (mesmo que seja grátis)

  • Canetas com design banal ou que falham à primeira utilização
  • Flyers ou blocos sem utilidade clara
  • Bonés com logótipos gigantes e pouco estilo
  • Sacos frágeis que rasgam ao fim de 10 minutos
  • Produtos que vão contra os valores da própria marca (ex: plástico descartável numa marca “eco”)
  • Coisa com pouca ou nenhuma utilidade

O público está mais exigente, e tem boas razões para isso. Muitos até levam, mas chegam a casa e deitam no lixo.

O que funciona no merchandising criativo?

1. Útil + bem desenhado = sucesso

Itens com real utilidade no dia a dia funcionam sempre melhor.
Exemplo: garrafas reutilizáveis, powerbanks, toalhas compactas, porta-cartões RFID, suportes de telemóvel.

Mas atenção: o design conta. A cor, o material, o toque, tudo deve ser pensado com critério estético e funcional.

2. Sustentável e coerente com a marca

Hoje, um brinde sustentável não é uma vantagem – é o mínimo.

  • Materiais reciclados
  • Produtos duráveis
  • Mensagens conscientes

Uma marca que prega sustentabilidade e oferece plástico… perde pontos.

3. Personalização sem ser exagerada

Brindes com nomes, escolhas de cor ou mensagens personalizadas são valorizados.
Mas atenção ao equilíbrio: não vale sacrificar o design em troca de mais branding.

4. Ligação à ativação ou campanha

Um brinde deve ser parte da experiência, não um extra solto.
Quando o objeto faz parte da narrativa ou mecânica da ativação, a retenção é maior.

Exemplo real: Uma marca de skincare que oferece um kit de amostras personalizado após diagnóstico de pele digital feito no stand.

5. “Instagramabilidade” ajuda, mas não chega

Sim, há brindes que funcionam bem em stories. Mas o objetivo não deve ser só likes – deve ser criar valor percebido.
Brindes “instagramáveis” com propósito duram mais que uma foto.

Um bom brinde não se escolhe, desenha-se

O merchandising é parte da experiência de marca. E deve ser pensado com o mesmo cuidado que se dedica ao stand, ao staff ou à comunicação.

A pensar em brindes para o seu próximo evento? Fale connosco, temos ideias que ninguém vai querer deixar para trás.

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