Porque devemos pensar bem no timing do nosso evento?
Escolher o mês certo para realizar um evento corporativo pode ditar o sucesso ou o fracasso da iniciativa. Em Portugal, fatores como clima, feriados, ritmo laboral, férias escolares e até eventos concorrentes influenciam diretamente a adesão, a energia e os resultados.
Além disso, tudo depende do tipo de evento:
Abertura de um espaço, ativação de marca num festival, jantar institucional, convenção anual ou lançamento de produto… todos exigem uma leitura diferente do calendário.
Meses com maior potencial (com nuances)
Maio
Um dos meses mais versáteis do ano. O tempo está geralmente estável, os dias são longos, ainda não há cansaço acumulado, e as equipas estão disponíveis. Ideal para eventos indoor e outdoor.
Setembro e Outubro
São meses de reentrada e planeamento, com grande foco e abertura à participação. Há vontade de recomeçar após o verão, e pouca “saturação” de convites.
Perfeitos para convenções, team building e eventos estratégicos.
Junho
Muito utilizado, mas exige atenção.
É um mês cheio de feriados e pontes, sobretudo em Lisboa e no Porto. Além disso, muitos pais já estão com foco nas férias escolares, o que pode reduzir a disponibilidade.
Funciona bem para eventos descontraídos, festas de verão ou ativações ligadas ao lifestyle — menos aconselhado para eventos B2B ou com objetivos de foco estratégico.
Meses com mais cuidados
Julho e Agosto
Os clássicos meses de verão. Excelentes para atividades ao ar livre, ações de marca em festivais ou eventos de consumo. Mas são desaconselhados para eventos institucionais ou internos — muitas equipas estão de férias e o foco não está no trabalho.
Dezembro
Mês festivo, emocional e cheio de ruído.
Pode funcionar bem para eventos de fecho de ano ou celebrações, mas há muita concorrência, dificuldade de agendas e fadiga de convites.
Os meses menos recomendados
Janeiro
É o mês do regresso, do frio, da contenção.
Pouco propício a celebrações ou eventos inspiradores. Ainda assim, pode funcionar para formações internas ou eventos pequenos de arranque.
Abril
A meteorologia instável e os feriados móveis (como a Páscoa ou o 25 de Abril) tornam este mês imprevisível. Pode funcionar, mas exige planeamento redobrado.
O que também deve ser analisado?
- Feriados municipais e escolares
- Eventos concorrentes na mesma data (o mercado está saturado ou disponível?)
- Disponibilidade real do público-alvo
- Clima e horários se o evento for ao ar livre
- Objetivo e formato do evento (congresso ≠ sunset ≠ feira ≠ ativação)
Conclusão: o mês certo depende do que quer alcançar
Não existe uma resposta única. O “melhor mês” será sempre aquele que faz sentido para o tipo de evento, o target, os objetivos e o contexto da marca.
Na Brandp, estudamos todos estes fatores antes de recomendar datas. Porque sabemos que um bom evento começa muito antes do convite, e que o tempo certo faz toda a diferença.
A pensar num evento? Fale connosco e encontramos a melhor altura, e a melhor forma , de o fazer acontecer.






